Versão 7.05a

Esta versão do Easycargo traz um novo recurso que facilitará o gerenciamento de operações com dois agentes ou filiais nas entregas. A partir de agora é possível definir uma filial ou agente intermediário no transporte através do campo VIA.

Este novo campo está disponível nas telas de cotação, emissão, tabela de frete, consulta de cto e  rastreamento.

Com este recursos novos tipos de operação de transporte poderão ser gerenciados conforme exemplos a seguir.

Considerando uma empresa com filiais em SAO e FOR e agentes em todo o Brasil, teremos as seguintes situações:

Operações já suportadas:

  • FOR – SAO – Indireto –  Frete simples entre filiais com apenas uma transferência e um custo de entrega
  • FOR – POA – Indireto – Frete simples entre filial e agente com uma transferência e um custo de entrega
  • FOR – POA – Direto – Frete simples entre filial e agente onde a transportadora/cia que faz a transferência se encarrega da entrega.

Novas operações:

  • FOR – SAO – FLN Indireto – Frete com duas transferências e duas entregas, tendo a filial SAO no campo VIA. Neste caso a filial SAO faz o redespacho para o agente de FLN e este se encarrega de fazer a entrega
  • FOR – SAO – FLN Direto – Frete com com duas transferências e uma taxa de entrega. Neste caso a filial SAO embarca a carga em transportadora/cia e esta fará a entrega, sem passar pelo agente.

As duas situações acima também podem ocorrer VIA uma unidade que seja um Agente. Como:

  • SAO – BHZ – UDI Indireto – Frete com uma filial e dois agentes. Neste caso o agente de BHZ retira a carga e redespacha para o agente de UDI que fará a entrega.
  • SAO – BHZ – UDI Direto – Frete com uma filial e um agente fazendo redespacho. Neste caso o agente de BHZ retira a carga e redespacha em outra transportadora/Cia que fará a entrega

Você já deve ter notado que com este novo recurso o sistema passa a tratar 3 (três) unidades para cada conhecimento. Anteriormente cada conhecimento de transporte possuía apenas a UNIDADE EMISSORA e UNIDADE ENTREGADORA. A partir desta versão o sistema trambém controla a UNIDADE VIA.

Com esta nova implementação o campo FRETE DIRETO toma ainda mais importância e portando vamos esclarecer um pouco mais sobre ele:

  • Operações simples (duas unidades) – Quando o frete é DIRETO indica que a cia ou transportadora fará a entrega. Neste caso o sistema não considera o custo da entegra do agente entregador e também não libera este CTO para compôr remessas, pois o mesmo não será consolidado. Para cada cto de frete direto emitido nesta situação teremos um CTO de cia ou transportadora que devem ser imputados no sistema através da tela Informa CTO – Frete Direto
  • Operaçõs VIA (três unidades) – Neste caso a operação terá duas transferências e o campo frete DIRETO está relacionado à segunda transferência (redespacho). Que pode ser direta ou não. Nesta situação a primeira transferência sempre será INDIRETA.

Ainda falando de custos, a unidade responsável pelo resdespacho, a unidade VIA, poderá cobrar pelo serviço de retirada da carga e resdespacho em outra cia/transportadora. Neste caso deveremos cadastrar neste unidade uma rota chamada REDESPACHO com o código 99 (noventa e nove). Esta rota não precisa possuir qualquer faixa de cep. Apenas informe os valores de pagamento.

Além das questões operacionais, também é possivel definir uma tabela de frete diferente para operações VIA. Desta forma será possível definir por exemplo: FOR-POA ou FOR-POA via SAO.

Desta forma,  operações como o Rodo-Aéreo podem ser implantadas de forma plena no Easycargo.

Considerando este novo cenário exposto, podemos considerar as seguintes possibilidades operacionais:

Cientes que quando um CTO é marcado com sendo de frete DIRETO uma transportadora ou CIA fará a entrega DIRETAMENTE, sem passar pela unidade de destino, podemos transferir essa informação para a tabela, de forma a facilitar o entendimento. Como neste caso também não existe diferença se a undiade de destino é uma filial ou agente, podemos simplificar a mesma:

Analisando a tabela acima  temos destacada os tipos de operação 1 e 3 que são as situações mais comuns para nossos clientes transportadores e agentes de carga. A operação tipo 7 na prática não deve ocorrer. Os procedimentos operacionais são distintos para cada tipo de operação conforme tabela a seguir:

Outras alterações realizadas no sistema

Operacional

Cadastro de clientes – Incluidos campos especificos para cadastrar o email para o qual o sistema vai enviar o CTe.

Rastreamento de CTO – Adicionado link na tela para o arquivo XML do CTe.

Financeiro

Resultado financeiro – Na tela Generalidades do cliente foi acrescentado um campo onde pode ser lançado o custo médio da coleta deste cliente. Caso esse campo seja informado o sistema despresará o valor da rota.

Publicado em outubro 9, 2012, em Versões. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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